terça-feira, 8 de outubro de 2013

Animais extintos há menos de 20 anos

  Com diversas ONGs, campanhas de conscientização e ambientalistas falando a respeito, praticamente todo mundo sabe que o mundo perdeu diversas espécies de animais no decorrer dos anos. A causa? Nós. Devido às mudanças na natureza — caça predatória, desmatamento, efeito estufa etc. — causadas pelos humanos, o equilíbrio natural está sendo modificado, e alguns animais, infelizmente, não resistem a isso.

Tartaruga gigante de Galápagos


O Lonesome George (ou George, o Solitário) viveu por, aparentemente, um século. Um bom tempo ao considerarmos que George estava habitando Galápagos tranquilamente no período de duas guerras mundiais. A parte triste da história, no entanto, está no fato de que ele foi o último de sua espécie.
Quando vivo, o animal chegou a ser considerado uma das criaturas mais raras do mundo, especialmente por não ter tido filhos ou outro indivíduo conhecido de sua subespécie — e é possivelmente daí que vem o apelido “solitário”.

Rinoceronte-negro-do-oeste

  
  Vítima da caça desenfreada — apesar dos esforços de ambientalistas e de leis de proteção —, a subespécie de rinoceronte-negro foi oficialmente declarada extinta em 2011. Além disso, as outras três subespécies de rinocerontes-negros restantes também estão criticamente em perigo.

Golfinho baiji


  Declarada extinta em 2006, a espécie do chamado golfinho baiji voltou a ser considerada "funcionalmente extinta" em 2007. Tal categorização ocorreu depois que um vídeo capturado há cinco anos apresentava o parecia ser um animal dessa espécie. No entanto, mesmo se houver apenas uma dessas criaturas vivas, outros não vão nascer.

Foca-monge-das-caraíbas


  Os representantes dessa espécie foram caçados extensivamente durante o período de 1700 a 1800, especialmente pela gordura desses animais ser utilizada como óleo para lâmpadas e máquinas. O último exemplo da foca-monge-das-caraíbas foi visto com vida em 1952, mas foi apenas em 2008 que essa espécie passou a ser considerada oficialmente extinta.
A extinção dessas focas também significa o desaparecimento de uma espécie de inseto que só vivia dentro do nariz desses animais aquáticos.

Pica-pau-bico-de-marfim

  O último Pica-pau-bico-de-marfim foi visto na natureza em 1940. Desde então, há vários relatos de pessoas que já avistaram esses pássaros. Além disso, uma gravação de áudio de 2002 causou uma grande alvoroço entre cientistas e aficionados, que passaram a procurar aves dessa espécie aparentemente, o som era de um pássaro bicando uma árvore. Apesar de algumas pistas promissoras, a ave permanece oficialmente extinta.

Tigre-de-java


  Esta subespécie de tigre vivia em Java, uma ilha da Indonésia. Ainda em 1984, um representante dela foi morto, mas, até 1993, os cientistas não conseguiram encontrar qualquer outra evidência de que esses tigres ainda estavam por lá. Aparentemente, a principal causa da extinção foi a perda de habitat ocasionada pela agricultura da região.
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Os mais belos fenômenos naturais e paisagens criadas pela a naruteza.

  Os fenômenos naturais são absolutamente impressionantes. Alguns são tão raros, que nem a ciência, com todo o avanço tecnológico, é capaz de identificar. Imagine que a natureza nos oferece a possibilidade de vermos várias pedras que se movem sozinhas ou formações geométricas geradas pelo esfriamento de lava.,Vamos embarca no mundo espetacular em que vivemos nessa matéria.

 Os buracos azuis são gigantescos abismos subaquáticos, que levam este nome pela tonalidade de azul que apresentam quando vistos do alto. Normalmente possuem centenas de metros de profundidade e têm ambiente desfavorável para a vida marinha, já que a circulação de água é ruim. Curiosamente, nas profundezas de alguns destes “buracos” foram encontrados restos fósseis excelentemente preservados.




  Arco-iris de fogo: Este raro fenômeno só ocorre quando há a participação do sol e das nuvens. Cristais dentro das nuvens refratam a luz em várias ondas do espectro, fazendo surgir cores entre as nuvens. Devido a raridade com que este evento acontece, existem poucas fotos.


 

 As pedras que andam sozinhas: Até hoje ninguém conseguiu explicar por que, misteriosamente, pedras de centenas de quilos deslocam-se do seu ponto de origem pelo deserto de Death Valley. Alguns pesquisadores atribuem tal fenômeno aos fortes ventos e superfície gelada, mas esta teoria não explica, no entanto, porque as pedras se movem lado a lado, em ritmo e direções diferentes. Além disso, cálculos físicos não apóiam plenamente esta teoria.


  Aurora Boreal, Noruega: Quando partículas da magnetosfera encontram a atmosfera da Terra, cria-se um dos mais belos espetáculos da natureza. A aurora boreal ocorre principalmente nos países nórdicos como a Noruega, iluminando o céu com luzes de diferentes cores durante as longas noites do inverno.



  Árvores de vaga lumes, Papua Nova Guiné: Vaga-lumes costumam criar belos visuais com suas luzes, mesmo quando se trata de um pequeno punhado destes insetos. Imagine então grandes árvores totalmente iluminadas por milhares desses bichinhos. Este é o espetáculo criado em diferentes localidades como a Papua-Nova Guiné, onde hotéis e resorts oferecem a seus hóspedes excursões noturnas para apreciar a beleza do fenômeno.




  Piscinas Geotermais, Estados Unidos: situado no encontro dos estados de Wyoming, Idaho e Montana O Parque Nacional de Yellowstone abriga algumas das principais belezas naturais dos Estados Unidos.  Entre as mais famosas, encontra-se uma série de mais de 15 gêiseres, termas e piscinas coloridas com diferentes tons de azul, verde, amarelo e laranja.
  Lago das águas vivas, Palau: mergulhar num lago cheio de águas-vivas pode soar como uma tortura. Mas neste lago das Ilhas Rock de Palau, onde águas-vivas ficaram presas há muitos anos e se reproduziram e perderam sua capacidade de machucar, o mergulho é um espetáculo único. Milhares destes animais ocupam as águas do lago, criando um visual e uma sensação inesquecível para aqueles que mergulham entre eles.
  Cavernas de Waitomo, Nova Zelândia: as cavernas da região de Waitomo, na ilha norte da Nova Zelândia, abrigam um fenômeno fascinante e único no planeta. A presença de vermes luminosos ilumina de maneira incrível paredões inteiros, apreciados em passeios noturnos a bordo de botes pelas cavernas inundadas.
 
 Vulcão Pacaya, Guatemala: a 25 km de Guatemala City, o vulcão Pacaya está ativo constantemente desde 1965, e entrou em erupção mais de vinte vezes nos últimos 500 anos. Trilhas levam os visitantes para ver de perto rios de lava incandescente, e há até quem goste de preparar marshmallows usando o intenso calor vulcânico.
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Está na hora de melhorar.



Está na hora de começa a melhorar  nossas ações no meio ambiente.